Terapia Emdr

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Depoimentos

T. M. 50 anos, fevereiro/2016 Queixa: síndrome do pânico, foi para emergência de hospital por duas vezes seguidas e chegou tomando medicamentos. Após 10 sessões Estou em paz, a cabeça tranquila. Mesmo tendo parado todos os remédios, agora durmo bem e tenho prazer em acordar. Nunca me senti tão segura, está suave viver, estou focada

Saiu uma bigorna na minha cabeça
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M.U. 25 anos, outubro/2015 Queixa: dificuldade nos relacionamentos familiares Após 22 sessões Me sinto mais forte emocionalmente para lidar com as dificuldades com as pessoas da minha família, e parei de achar que a solução era eles mudarem.

Parei de achar que os outros deviam mudar
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F.C.    28 anos     agosto/2015 Queixa: sintomas após a superação de uma doença grave, como alteração de sono, pensamentos intrusivos, ansiedade e outros. Trabalhamos 17 sessões. Eu não conhecia a Terapia EMDR e desde o começo fiquei instigado. O que me ajudou muito foi por “digerir questões e pensamentos não bem digeridos” na memória.

Eu recomendo EMDR!!
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“Querendo evitar a dor de mexer na minha infância, carreguei um segredo por muito tempo. Mas o alívio que surgiu ao tratar de traumas que tentei esconder por tantos anos, foi imenso”. A. M. S. 27 anos. Agosto/2015.

Que pena não ter feito antes essa psicoterapia
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“Busquei a Terapia EMDR para resolver um caso amoroso complicado que se arrastava por 7 anos. Além de resolver a situação em menos de 20 sessões eu fiquei muito mais forte e seguro em todos os relacionamentos familiares e de amizades” R. T. 40 anos. Julho/2015.

Fiquei muito mais forte
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Silvana Ricci Salomoni
CRP 08/1126

Mestre em Psicologia Clínica pela PUC – SP, com 30 anos de experiência.
Psicoterapeuta Supervisora e Facilitadora em EMDR “Eye Movement, Dessensitization and Reprocessing”, 2008;
Mestre em Psicologia Clínica, 2006;
Especialista em Psicoterapia de Casal, 1998;
Especialista em Psicoterapia Familiar Sistêmica, 1991;
Especialista em Psicoterapia Infantil, 1988;
Psicóloga Clínica graduada pela UFPR, 1981.
Publicações: Autora do livro: “Casal em Foco: Um olhar Clínico Abrangente e Integrativo;
2017. Coautora do livro “Conquistas na Psicoterapia”;
2012. Iniciei a atuação profissional no atendimento de crianças.
Paralelamente a essa prática, produzi duas coleções de livros psicopedagógicos voltados para a educação infantil: “Para Gente Importante” e “Chegando Lá”.
A busca constante pela compreensão dos relacionamentos humanos levou-me a estender os atendimentos às demais faixas etárias.
Essa mesma motivação justificou a continuidade dos estudos em Terapia Familiar Sistêmica e Terapia de Casal.
Segui nos estudos dos vínculos familiares e sociais na PUC-SP, onde concluí o mestrado, com pesquisa voltada à rede social dos filhos únicos.
Atuei por muitos anos como coordenadora do atendimento clínico e avaliação psicológica dos candidatos a magistrados, no Tribunal de Justiça do Paraná;
Com a formação em EMDR os resultados alcançados nos tratamentos tornaram-se mais rápidos e abrangentes, me impulsionando a prosseguir nos estudos e treinamentos de EMDR.
Atualmente sou Supervisora e Facilitadora nos cursos de formação, onde também atuo como organizadora.
A integração de variadas experiências profissionais, acadêmicas e pessoais me permite atuar na clínica a partir de uma perspectiva abrangente, na busca da superação de traumas, crenças limitantes, travas individuais, sem perder o olhar para os relacionamentos e sistemas de inserção dos indivíduos.

(41) 3019-1492 | (41) 99976-1492

Perguntas Frequentes

Há vários sinais indicadores de trauma emocional.  A passagem por experiências trágicas, tais como a perda real de pessoas queridas ou a ameaça de perda ou o risco de morte, não significam necessariamente que a pessoa venha a desenvolver um trauma. Um bom indício da existência do trauma é a impressão de que a experiência passada insiste em permanecer no presente. Basta à pessoa lembrar-se do evento perturbador, mesmo que sem querer, para que uma emoção marcante, pensamentos negativos e/ou imagens nítidas se intensifiquem. O assunto reluta em virar passado.

Além da experiência traumática, outros sintomas típicos de TEPT são:

  • re-experiência do trauma por meio de lembranças involuntárias, pesadelos ou reações desproporcionais diante de pequenas coisas que façam lembrar o evento; choro fácil e imotivado;
  • evitação persistente de pensamentos, diálogos, sentimentos, locais, pessoas ou situações que façam lembrar o trauma; incapacidade para lembrar de detalhes importantes do evento; distanciamento emocional e social de pessoas subjetivamente significativas; sensação de futuro abreviado; e/ou
  • dificuldade para adormecer ou manter-se adormecido, irritabilidade ou explosões de fúria, dificuldade de concentração, hiper-vigilância constante e prontidão contra alguma ameaça real ou imaginária; transtornos alimentares inexplicados; sobressaltos diante de estímulos neutros mínimos.

Estudos realizados com o auxílio de tomografias de alta precisão sugerem que a experiência traumática é tão forte que altera o funcionamento cerebral. Quando o cérebro é submetido a estresse crônico, o indivíduo perde em qualidade de vida.  Daí a importância de procurar ajuda.

A memória traumática difere da memória comum. Ao ser indagado sobre o cardápio do almoço de quinta-feira da semana passada, um indivíduo provavelmente responderia: “Não tenho a menor idéia!”. Neste caso, a memória dispersou-se no passado. A memória do trauma, contudo, guarda detalhes visuais, às vezes auditivos, às vezes físicos, às vezes emocionais, como se tivesse ocorrido há pouco tempo. O indivíduo pode lembrar-se dos sons ambientes, dos talheres, das bebidas, do sabor dos alimentos. A memória fica, portanto, registrada e congelada no cérebro, principalmente no hemisfério direito, grande responsável por administrar nossas emoções. Por outro lado, as ferramentas que nos permitem conferir novo significado à experiência e deixá-la finalmente no passado se encontram no hemisfério esquerdo, responsável por nossa objetividade e racionalidade.

A focalização de elementos da memória traumática e a estimulação bilateral (visual, auditiva ou tátil) promovem o “diálogo” entre os hemisférios cerebrais e a “metabolização” (reprocessamento) do trauma. Em pouco tempo, o indivíduo tem a sensação de maior distanciamento da perturbação traumática. Espontaneamente começa a reavaliar a experiência a partir de uma perspectiva mais otimista. É comum que após o reprocessamento a lembrança do que antes era uma morte traumática perde seu poder de ferir e a pessoa é capaz de resgatar as lembranças de bons momentos. A partir dessas conquistas, a pessoa organiza-se melhor, passa a desfazer-se de sentimentos de culpa inadequados, consegue planejar um futuro melhor, a se permitir desejar coisas boas para si.

Devido ao pouco tempo de existência do EMDR e à especificidade do tratamento de traumas emocionais, a intervenção é contra-indicada em pacientes com quadros psicóticos agudos, epilepsia sem controle medicamentoso ou esquizofrenia. Pessoas com transtornos bipolares, borderline ou outros tarsntornos de personalidade devem ser acompanhados por terapeutas EMDR espeiclizados nestes diagnósticos.

Na dúvida entre carregar um peso emocional desnecessário pela vida ou experimentar uma intervenção com EMDR, tente a segunda alternativa.

Devido à possibilidade de a pessoa apresentar emoção intensa durante o reprocessamento, é importante que o estado de saúde física do paciente seja discutido previamente com o terapeuta em caso de dúvida. Pessoas com condição cardíaca debilitada, início de gravidez ou doenças oculares devem avaliar alternativas para maior segurança e conforto.